Este é o meu blog, o sitio onde tanto posso falar de livros, a minha paixão, como das expectativas e desafios com que me deparo na minha profissão. É um sitio meu, em que falo sobre mim... Vem de uma necessidade crescente de escrever, de por em palavras muito do que me vai na alma...
terça-feira, 18 de setembro de 2012
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
Afinal parece que não é nada...
Afinal parece que não tenho nada... pelo menos não fisicamente...
Já fiz os exames e a Dr.ª diz que não tenho nada...
É estranho ter passado tão tal e não haver causa aparente...
Mas assim fico mais descansada...
Kiss***
Já fiz os exames e a Dr.ª diz que não tenho nada...
É estranho ter passado tão tal e não haver causa aparente...
Mas assim fico mais descansada...
Kiss***
domingo, 16 de setembro de 2012
Xau fim-de-semana!
Ainda bem que este fim de semana terminou! Não o aguentava mais!
Digam o que disserem, existem dias em que não valia a pena acordar, quanto mais levantarmo-nos da cama! Este fds foi passado em modo rabugenta!
Não me apetecia falar com ninguém, não me apetecia mostra boa cara!
Não sei ser falsa e quando não estou bem prefiro que não me chateiem porque senão irá sobrar para quem não tem a culpa mas que puxa a corda e, nestes dias, está tão frágil que rapidamente rebenta!
Mas o que importa é seguir em frente!
Adeus fim de semana!
Olá a mais uma semana de trabalho!
sábado, 15 de setembro de 2012
A propósito das manifestações desta tarde
Hoje, 15 de Setembro, não poderei estar presente nas manifestações que acontecem por todo o país mas, não deixo de concordar com os princípios das mesmas nem com as reivindicações que muitos hoje irão apresentar pelas ruas do nosso país.
Deixo uma pequena contribuição, expondo assim o pensamento de muitos, nas palavras brilhantes de alguém que, pelos seus 82 anos de idade, muito pouco tem a perder, pelo contrário, acredita que lutando por nós cidadãos, está a lutar com a arma que tão bem sabe manejar, pelo renascer de PORTUGAL!
CARTA ABERTA AO PRIMEIRO-MINISTRO DE PORTUGAL
Exmo. Senhor Primeiro Ministro
Hesitei muito em dirigir-lhe estas palavras, que mais não dão do que uma pálida ideia da onda de indignação que varre o país, de norte a sul, e de leste a oeste. Além do mais, não é meu costume nem vocação escrever coisas de cariz político, mais me inclinando para o pelouro cultural. Mas há momentos em que, mesmo que não vamos nós ao encontro da política, vem ela, irresistivelmente, ao nosso encontro. E, então, não há que fugir-lhe.
Para ser inteiramente franco, escrevo-lhe, não tanto por acreditar que vá ter em V. Exa. qualquer efeito – todo o vosso comportamento, neste primeiro ano de governo, traindo, inescrupulosamente, todas as promessas feitas em campanha eleitoral, não convida à esperança numa reviravolta! – mas, antes, para ficar de bem com a minha consciência. Tenho 82 anos e pouco me restará de vida, o que significa que, a mim, já pouco mal poderá infligir V. Exa. e o algum que me inflija será sempre de curta duração. É aquilo a que costumo chamar “as vantagens do túmulo” ou, se preferir, a coragem que dá a proximidade do túmulo. Tanto o que me dê como o que me tire será sempre de curta duração. Não será, pois, de mim que falo, mesmo quando use, na frase, o “odioso eu”, a que aludia Pascal.
Mas tenho, como disse, 82 anos e, portanto, uma alongada e bem vivida experiência da velhice – da minha e da dos meus amigos e familiares. A velhice é um pouco – ou é muito – a experiência de uma contínua e ininterrupta perda de poderes. “Desistir é a derradeira tragédia”, disse um escritor pouco conhecido. Desistir é aquilo que vão fazendo, sem cessar, os que envelhecem. Desistir, palavra horrível. Estamos no verão, no momento em que escrevo isto, e acorrem-me as palavras tremendas de um grande poeta inglês do século XX (Eliot): “Um velho, num mês de secura”... A velhice, encarquilhando-se, no meio da desolação e da secura. É para isto que servem os poetas: para encontrarem, em poucas palavras, a medalha eficaz e definitiva para uma situação, uma visão, uma emoção ou uma ideia.
A velhice, Senhor Primeiro Ministro, é, com as dores que arrasta – as físicas, as emotivas e as morais – um período bem difícil de atravessar. Já alguém a definiu como o departamento dos doentes externos do Purgatório. E uma grande contista da Nova Zelândia, que dava pelo nome de Katherine Mansfield, com a afinada sensibilidade e sabedoria da vida, de que V. Exa. e o seu governo parecem ter défice, observou, num dos contos singulares do seu belíssimo livro intitulado “The Garden Party”: “O velho Sr. Neave achava-se demasiado velho para a primavera.” Ser velho é também isto: acharmos que a primavera já não é para nós, que não temos direito a ela, que estamos a mais, dentro dela... Já foi nossa, já, de certo modo, nos definiu. Hoje, não. Hoje, sentimos que já não interessamos, que, até, incomodamos.
Todo o discurso político de V. Exas., os do governo, todas as vossas decisões apontam na mesma direcção: mandar-nos para o cimo da montanha, embrulhados em metade de uma velha manta, à espera de que o urso lendário (ou o frio) venha tomar conta de nós. Cortam-nos tudo, o conforto, o direito de nos sentirmos, não digo amados (seria muito), mas, de algum modo,utilizáveis: sempre temos umas pitadas de sabedoria caseira a propiciar aos mais estouvados e impulsivos da nova casta que nos assola. Mas não. Pessoas, como eu, estiveram, até depois dos 65 anos, sem gastar um tostão ao Estado, com a sua saúde ou com a falta dela. Sempre, no entanto, descontando uma fatia pesada do seu salário, para uma ADSE, que talvez nos fosse útil, num período de necessidade, que se foi desejando longínquo.
Chegado, já sobre o tarde, o momento de alguma necessidade, tudo nos é retirado, sem uma atenção, pequena que fosse, ao contrato anteriormente firmado. É quando mais necessitamos, para lutar contra a doença, contra a dor e contra o isolamento gradativamente crescente, que nos constituímos em alvo favorito do tiroteio fiscal: subsídios (que não passavam de uma forma de disfarçar a incompetência salarial), comparticipações nos custos da saúde, actualizações salariais – tudo pela borda fora. Incluindo, também, esse papel embaraçoso que é a Constituição, particularmente odiada por estes novos fundibulários. O que é preciso é salvar os ricos, os bancos, que andaram a brincar à Dona Branca com o nosso dinheiro e as empresas de tubarões, que enriquecem sem arriscar um cabelo, em simbiose sinistra com um Estado que dá o que não é dele e paga o que diz não ter,para que eles enriqueçam mais, passando a fruir o que também não é deles, porque até é nosso.
Todo o discurso político de V. Exas., os do governo, todas as vossas decisões apontam na mesma direcção: mandar-nos para o cimo da montanha, embrulhados em metade de uma velha manta, à espera de que o urso lendário (ou o frio) venha tomar conta de nós. Cortam-nos tudo, o conforto, o direito de nos sentirmos, não digo amados (seria muito), mas, de algum modo,utilizáveis: sempre temos umas pitadas de sabedoria caseira a propiciar aos mais estouvados e impulsivos da nova casta que nos assola. Mas não. Pessoas, como eu, estiveram, até depois dos 65 anos, sem gastar um tostão ao Estado, com a sua saúde ou com a falta dela. Sempre, no entanto, descontando uma fatia pesada do seu salário, para uma ADSE, que talvez nos fosse útil, num período de necessidade, que se foi desejando longínquo.
Chegado, já sobre o tarde, o momento de alguma necessidade, tudo nos é retirado, sem uma atenção, pequena que fosse, ao contrato anteriormente firmado. É quando mais necessitamos, para lutar contra a doença, contra a dor e contra o isolamento gradativamente crescente, que nos constituímos em alvo favorito do tiroteio fiscal: subsídios (que não passavam de uma forma de disfarçar a incompetência salarial), comparticipações nos custos da saúde, actualizações salariais – tudo pela borda fora. Incluindo, também, esse papel embaraçoso que é a Constituição, particularmente odiada por estes novos fundibulários. O que é preciso é salvar os ricos, os bancos, que andaram a brincar à Dona Branca com o nosso dinheiro e as empresas de tubarões, que enriquecem sem arriscar um cabelo, em simbiose sinistra com um Estado que dá o que não é dele e paga o que diz não ter,para que eles enriqueçam mais, passando a fruir o que também não é deles, porque até é nosso.
Já alguém, aludindo à mesma falta de sensibilidade de que V. Exa. dá provas, em relação à velhice e aos seus poderes decrescentes e mal apoiados, sugeriu, com humor ferino, que se atirassem os velhos e os reformados para asilos desguarnecidos , situados, de preferência, em andares altos de prédios muito altos: de um 14.º andar, explicava, a desolação que se contempla até passa por paisagem. V. Exa. e os do seu governo exibem uma sensibilidade muito, mas mesmo muito, neste gosto. V. Exas. transformam a velhice num crime punível pela medida grande. As políticas radicais de V. Exa. e do seu robótico Ministro das Finanças - sim, porque a Troika informou que as políticas são vossas e não deles... – têm levado a isto: a uma total anestesia das antenas sociais ou simplesmente humanas, que caracterizam aqueles grandes políticos e estadistas que a História não confina a míseras notas de pé de página.
Falei da velhice porque é o pelouro que, de momento, tenho mais à mão. Mas o sofrimento devastador, que o fundamentalismo ideológico de V. Exa. está desencadear pelo país fora, afecta muito mais do que a fatia dos velhos e reformados. Jovens sem emprego e sem futuro à vista, homens e mulheres de todas as idades e de todos os caminhos da vida – tudo é queimado no altar ideológico onde arde a chama de um dogma cego à fria realidade dos factos e dos resultados. Dizia Joan Ruddock não acreditar que radicalismo e bom senso fossem incompatíveis. V. Exa. e o seu governo provam que o são: não há forma de conviverem pacificamente. Nisto, estou muito de acordo com a sensatez do antigo ministro conservador inglês, Francis Pym, que teve a ousadia de avisar a Primeira Ministra Margaret Thatcher (uma expoente do extremismo neoliberal), nestes termos: “Extremismo e conservantismo são termos contraditórios”. Pym pagou, é claro, a factura: se a memória me não engana, foi o primeiro membro do primeiro governo de Thatcher a ser despedido, sem apelo nem agravo. A “conservadora” Margaret Thatcher – como o “conservador” Passos Coelho – quis misturar água com azeite, isto é, conservantismo e extremismo. Claro que não dá.
Alguém observava que os americanos ficavam muito admirados quando se sabiam odiados. É possível que, no governo e no partido a que V. Exa. preside, a maior parte dos seus constituintes não se aperceba bem (ou, apercebendo-se, não compreenda), de que lavra, no país, um grande incêndio de ressentimento e ódio. Darei a V. Exa. – e com isto termino – uma pista para um bom entendimento do que se está a passar. Atribuíram-se ao Papa Gregório VII estas palavras:”Eu amei a justiça e odiei a iniquidade: por isso, morro no exílio.”Uma grande parte da população portuguesa, hoje, sente-se exilada no seu próprio país, pelo delito de pedir mais justiça e mais equidade. Tanto uma como outra se fazem, cada dia, mais invisíveis. Há nisto, é claro, um perigo.
De V. Exa., atentamente,
Eugénio Lisboa
15 de Setembro...
Angel
I hope they love you like we do
Forever angel
I'll proud to be like you
Há 21 anos atrás apagava-se uma chama na terra e surgia uma nova estrela no céu.
Há 21 anos atrás deixaste de lutar, por ti, por nós, e deixaste toda uma vida por viver, muitos sonhos por realizar para trás.
Estes 21 anos não têm sido fáceis para nós, para mim.
Há 21 anos que não te vejo, nem sequer me lembro de ti. Não me lembro do teu sorriso que, dizem, era lindo! Não me lembro do teu rosto que era feito de porcelana! Não me lembro do som da tua voz, nem que fosse a ralhar comigo!
Em 21 anos perdi muito por não estares a meu lado, mas tu perdeste muito mais! Deixaste-nos a viver tudo, o bom e mau, sem ti!
Este é dos dias mais difíceis ao longo do ano mãe, simplesmente por marca a tua passagem, marca o dia que uma estúpida doença te tirou por completo de nós!
Muitos falam que eu não sinto a tua falta por não me lembrar de ti, não compreender que isso ainda doí mais! Qual a filha que não se lembra da mãe? Qual a filha que não tem uma única recordação a que se agarrar? Muitas coisas me têm dito mas não percebem que é horrível sentir este vazio no peito, esta falta realçada por não ter onde me agarrar, nem nos momentos bons nem nos momentos maus...
Há 21 anos que eu perdi uma parte tão essencial de mim que me deixou incompleta, que nunca nada conseguiu preencher este vazio que tenho no peito por não te ter junto a mim.
Em 21 anos muitas coisas se passaram na minha vida, na vida de nós os três que não podemos partilhar contigo!
Mas acredito, com toda a força do meu ser, que és aquele anjo que nos guarda e guia ao longo da nossa caminhada por esta vida, és aquela que nos envia força quando estamos para desistir e aquela que sorri connosco mesmo à distância, aquando das nossas vitórias!
Acredito que caminhas a meu lado, simplesmente não te posso ver... há e como dói não te poder ver!
Tenho saudades, porra! e Sim, é possível sentir saudades de quem não conhecemos, não importa o que os outros digam!
Hoje a dor é mais forte, porque há 21 anos foste arrancada a esta vida que tanto tinha para te dar!
Hoje todos os meus pensamentos estão contigo, onde quer que estejas!
Te amo muito MÃE
Kiss***
sexta-feira, 14 de setembro de 2012
Hello sunshine!
Nem acredito!
Mais umas horinhas e estou de fim-de-semana!
Este vai ser passado na preguiça total :P
Um bom dia de trabalho para todos!
Kiss***
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